Paciente de trinta anos de idade, nuligesta, com
história de dismenorréia primária de leve intensidade, ciclos
regulares, submete-se à ultrassonografia transvaginal, na
segunda fase do ciclo que evidencia ovário com imagem
anecoica de 40 x 38 x 42 mm. Parede fina e sem septações,
sem fluxo ao doppler.
Com base nessa situação hipotética, a melhor conduta é