A educação especial se organizou
tradicionalmente como atendimento educacional especializado substitutivo ao ensino comum,
evidenciando diferentes compreensões,
terminologias e modalidades que levaram à
criação de instituições especializadas, escolas
especiais e classes especiais. Essa organização,
fundamentada no conceito de
normalidade/anormalidade, determina formas de
atendimento clínico-terapêuticos fortemente
ancorados nos testes psicométricos que, por meio
de diagnósticos, definem as práticas escolares
para os estudantes com deficiência. No Brasil, o
atendimento às pessoas com deficiência teve
início na época do Império, com a criação
de duas instituições: