No contexto do pós-guerra, o fornecimento de doações
e empréstimos americanos a juros baixos visava equilibrar orçamentos e estabilizar as moedas europeias. Inicialmente, a oferta de ajuda abrangia também os países
da Europa Oriental. Porém, conhecidas as condições de
adesão para o recebimento da ajuda, ficou muito claro
que o plano intervinha nas economias nacionais limitando seriamente a soberania de projetos estratégicos de
desenvolvimento.
(Enrique S. Padrós. Capitalismo, prosperidade e
Estado de Bem-Estar Social. Em Daniel Aarão Reis Filho;
Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises;
Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
O plano ficou restrito à Europa Ocidental, pois no leste
europeu