O pensamento racionalista formal, predominante no capitalismo monopolista, mantém-se irredutível em aceitar a unidade teoria-prática. Essa recusa, de cunho conservador, tem
como pano de fundo as falsas representações produzidas pelas
classes ou facções de classe dominante. Ao serem repassadas
para as teorias os parâmetros das formas de pensar da burguesia, a realidade aparece deformada. A consequência é que
entre as formulações teóricas, aprendidas sob a lente da ideologia burguesa, e a prática social e histórica dos homens reais,
estabelece-se uma defasagem que põe em risco a unidade
entre ambas.
(GUERRA, 2014. P. 231.)
Dispostas as bases materiais, parece-nos que a relação teoria-
-prática no Serviço Social reflete o seguinte movimento: