Uma mulher, 63 anos, é encaminhada para avaliação de um
coloproctologista. Ela apresenta história de fissura anal crônica
posterior há um ano, apresentando exames realizados
anteriormente, sem doenças inflamatórias, infecções
sexualmente transmissíveis e biópsia negativa para neoplasias.
Nega traumatismos locais prévios. Fez diversos tratamentos
conservadores sem sucesso.
Ao exame proctológico nota-se hipotonia esfincteriana moderada
de repouso e contração. Não identificado outras lesões até 10cm
da borda anal, exceto a fissura anal posterior crônica clássica,
com exposição dos esfíncteres na sua base.
Optando-se pela cirurgia, assinale a opção que indica a técnica
mais adequada para esse caso.