Há pelo menos duas histórias: a da memória
coletiva e a dos historiadores. A primeira é
essencialmente mítica, deformada, anacrônica, mas
constitui o vivido desta relação nunca acabada entre o
presente e o passado. É desejável que a informação
histórica, fornecida pelos historiadores de ofício,
vulgarizada pela escola (ou pelo menos deveria sê-lo)
e os massmedia [meios de comunicação social], corrija
esta história tradicional falseada. (Jacques Le Goff. História
e Memória, p. 29. Adaptado)
Interpretando-se o trecho acima, pode-se afirmar que a
história: