Alfredo, importante empresário do ramo de fabricação de joias e
exportação de pedras preciosas, de forma reiterada, livre e
consciente, realizou operações comerciais sem o recolhimento dos
tributos pertinentes, sob orientação de seu contador, Pedro. Com
o avanço das investigações contra seu império e tomando
conhecimento de que seria expedido um mandado de prisão
preventiva em seu desfavor, Alfredo ingere chá de uma substância
desconhecida, encenando a própria morte, a fim de livrar-se das
acusações. Sob sua orientação também é forjado atestado de
óbito, que é juntado aos autos do inquérito policial. Alfredo se
utiliza do mesmo falsificador para obter nova cédula de
identidade, rumando para cidade do interior. Localizado pela
polícia enquanto tomava café em uma padaria, é conduzido à
presença da autoridade policial, apresentando o documento de
identificação com nome falso.