Mantoan (2015) observa que, “na formação em serviço,
os professores reagem inicialmente aos modos de ensinar inclusivos, a uma pedagogia da diferença”, esperando que sejam ensinados “a dar aulas para os alunos
com deficiência, dificuldades de aprendizagem e/ou problemas de indisciplina”. A autora entende que isso ocorre,
porque os professores estão