Em organizações grandes e complexas, cada área desenvolve um nível de tecnologia com diferentes graus
de excepcionalidade e capacidade de análise, devendo
a estrutura da organização ser ajustada para atender às
necessidades dessa tecnologia. Dependendo do tipo de
tecnologia da área, esta seguirá um modelo mais burocrático ou orgânico em termos de formalização, centralização, qualificação de pessoal, abrangência do controle e
comunicação.
Portanto, tem-se que a tecnologia
A não rotineira favorece uma estrutura orgânica, com
pouca capacidade de análise e elevado grau de excepcionalidade, com baixa formalização e centralização, com comunicações horizontais, ou seja, poucas
atividades são previstas por normas ou procedimentos formais.
B de engenharia tende a ser menos complexa porque
existe uma pequena variedade de atividades executadas numa estrutura burocrática, na qual os empregados normalmente consultam um corpo de conhecimento bem desenvolvido para tratar os problemas.
C artesanal se caracteriza por um fluxo estável de atividades, mas com o processo bem compreendido,
capacidade de análise elevada e grau de excepcionalidade baixo, comunicações verticais e uma estrutura
predominantemente orgânica, na qual as tarefas exigem experiência porque os empregados agem com
base na intuição.
D de aprendizagem favorece uma organização com
estrutura vertical dominante, tarefas especializadas,
tomada de decisão centralizada, baixo grau de excepcionalidade e capacidade de análise e conexões horizontais de informação.
E rotineira favorece uma estrutura orgânica, com pouca
capacidade de análise e baixo grau de excepcionalidade, com baixa formalização e centralização, com
comunicações horizontais, ou seja, poucas atividades
são previstas por normas ou procedimentos formais.