No campo da Psicometria, a fidedignidade é um dos
requisitos para que um teste possa ser utilizado com
objetivo de aplicação em um processo de avaliação
psicológica. Neste sentido, entendemos fidedignidade
como a:
A Padronização dos procedimentos de aplicação e
análise de um teste, em termos da uniformidade dos
procedimentos no uso de um teste, de modo que os
aplicadores daquele teste sigam os mesmos
procedimentos para alcançarem a mais perfeita
avaliação possível.
B Capacidade dele de medir/mensurar aquilo que ele
propõe, de modo que se um teste propõe avaliar a
capacidade de raciocínio verbal de uma pessoa
então, necessariamente, deve ser capaz de avaliar a
capacidade de raciocínio verbal de uma pessoa.
C Eficácia que um teste tem em prever o desempenho
de uma pessoa, ou seja, o teste, dentro da
fidedignidade, pode ser um preditor presente ou
futuro, definindo a fidedignidade concorrente e a
preditiva.
D Capacidade de o instrumento detectar diferenças ou
mudanças no construto avaliado, ou seja, de
discriminar precisamente respondentes, a partir de
características-chave definidas no construto.
E Precisão do teste, a consistência dos escores obtidos
pelas mesmas pessoas quando são examinadas com
o mesmo teste, mas com examinadores diferentes e
em condições diferentes, de modo que um teste é
considerado fidedigno, por exemplo, se um mesmo
testando for exposto a repetidas mensurações com o
mesmo instrumento e os resultados forem sempre os
mesmos.