Celma Domingues et al., em A Educação Especial na
perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), afirmam
que o desempenho visual de uma pessoa com baixa
visão pode ser desenvolvido e ampliado de forma gradativa e constante, pois a eficiência da visão melhora na
medida do seu uso.
As autoras evidenciam a avaliação funcional do uso da
visão como uma medida qualitativa eficiente que se refere, entre outras maneiras, ao uso