Tal como na Grécia, a alforria [em Roma] era uma esperança de todo escravo, e talvez até
mesmo a razão para continuar trabalhando. Tanto na República quanto no Império, a alforria de
escravos foi uma prática muito comum, principalmente no que diz respeito ao escravo urbano. Do
ponto de vista do direito privado, o liberto tomava o nome de seu dono e se tornava o seu filho
adotivo.
Sobre a alforria de escravos no mundo antigo analisada no texto é CORRETO afirmar: