Nos anos 1990, o governo brasileiro buscou formar um consenso com entidades da sociedade em torno da reforma educacional, congregando os interesses do capital e do trabalho. Podem-se destacar, como propostas desse consenso:
I) A universalização do ensino fundamental e médio até a segunda década do século XXI.
II) A revisão dos conteúdos do ensino fundamental, com vistas ao atendimento da aquisição de competências básicas à participação do indivíduo na sociedade moderna.
III) A reestruturação dos cursos de formação de professores.
IV) A estruturação de planos de carreira, com mecanismos de progressão funcional e incentivos salariais à regência de classe.