Foi o renovador escolanovista Lourenço Filho que,
na década de 1930, publicou uma obra que agrupava
testes e técnicas que foram condensadas para verificar a
maturidade necessária à aprendizagem a leitura e da
escrita. Os testes definiam pontos de análise para serem
observados quando das suas aplicações. Eram
considerados os seguintes índices: 1) coordenação
visual motora; 2) resistência à inversão na cópia de
figuras; 3) memorização visual; 4) coordenação
auditivo motora; 5) capacidade de prolação; 6)
resistência à escola; 7) memorização auditiva; 8) índice
de fatigabilidade; 9) índice de atenção dirigida; e 10)
vocabulário e compreensão geral. Os resultados
permitiam classificar as crianças em grupos com o
mesmo nível, ou seja: fortes, médias e fracas (Rabelo,
2010, p. 78). Trata-se, portanto, do