Mantoan (2015) apresenta da seguinte maneira a forma
mais comum de compreender a diferença: “‘é o que o
outro é’ – ele é branco, ele é religioso, ele é deficiente [...],
‘é o que está sempre no outro’, que está separado de nós
para ser protegido ou para nos protegermos dele”. Para a
autora, isso significa que, nesses casos, somos