Uma mulher de 82 anos de idade, diabética desde os 50 anos de idade, queixava-se de dispneia ao realizar grandes esforços havia seis meses. No exame físico, seus pulsos periféricos mostravam um pico lento e tardio, além de ritmo regular em dois tempos com sopro sistólico IV/VI, mais audível no segundo espaço intercostal à direita, com irradiação para as artérias carótidas.
Nesse caso clínico, provavelmente, o que mais pode ter contribuído para o desenvolvimento da lesão cardíaca na paciente é