Em relação à educação inclusiva, segundo a perspectiva de Claudia Werneck (autora de Ninguém mais vai ser
bonzinho na sociedade inclusiva ), é correto afirmar que
inclusão e integração
A são sinônimos, pois ambas têm como objetivo principal proporcionar ao aluno um ambiente o menos
restritivo possível.
B são sinônimos, pois ambas determinam a diversificação no atendimento aos alunos que não conseguem
acompanhar suas turmas devido às especificidades
na adaptação ao modelo da escola.
C são sinônimos, pois ambas são definidas como sistemas organizacionais que têm origem no princípio da
normalização, mas admitem a exceção.
D não são sinônimos, pois a inclusão deve ser total e
incondicional, cabendo à escola encontrar respostas educativas para as necessidades específicas de
cada aluno, quaisquer que sejam elas.
E não são sinônimos, pois a inclusão questiona a integração irrestrita e prevê, em casos mais graves, o
ensino a domicílio.