Ferreiro e Teberosky, ao investigarem a psicogênese da
língua escrita, elucidam o processo pelo qual tanto
crianças quanto adultos constroem seu sistema
interpretativo para compreender a complexa dimensão
social que é a escrita. Mesmo na ausência da
capacidade de escrever ou ler de maneira
convencionalmente considerada correta, eles já estão
imersos em um processo que os aproxima ou afasta da
formalização da leitura e da escrita (LIRA, 2006, p. 44).
Todo indivíduo, independentemente de sua classe social,
trilha caminhos para assimilar a língua escrita, passando
por distintos níveis estruturais de pensamento. Estes
níveis, conforme categorizados por Emília Ferreiro
(1999), incluem: