Nessa forma de maus-tratos, a criança é submetida a
repetidos exames e, quando avaliada, observa-se a falta de
coerência anatomopatológica e a ausência de resposta aos
tratamentos; as consultas ou hospitalizações são continuadas; e o
agressor exibe uma postura de quem é bem relacionado com o
menor ou mostra exagerada solicitude a quem trata e cuida.
O trecho apresentado aborda aspectos relacionados à