Como explicou o filósofo soviético Pavel
Vassílyevitch Kopnin, “antes de Hegel a ontologia
procurava essências imóveis, eternas, abstraindo o
processo de conhecimento, a gnosiologia estudava as
capacidades cognitivas do espírito humano
independente das leis objetivas e a lógica descrevia as
formas subjetivas de pensamento, abstraindo o
conteúdo destas”. Foi a partir dos trabalhos teóricos de
Hegel, com base na identidade entre o pensamento e o
ser, que os esses três campos mencionados (ontologia,
gnosiologia e lógica) se uniram. Para Hegel, “as leis do
mundo objetivo (natureza) são as mesmas leis da
lógica, só que isto ocorre no reino do outro ser da idéia
– na natureza: segundo Hegel, tudo o que ocorria e tudo
o que ainda ocorre no mundo é idêntico àquilo que
ocorre no seu próprio pensamento” (KOPNIN, 1978. p.
50).
Diante do exposto é correto afirmar que a filosofia
hegeliana é conhecida como: