Na recente enchente no estado do Rio Grande do Sul, em abril de 2024, o Geoprocessamento foi utilizado para diversos fins como mapear as áreas e extensões das inundações, simulações sobre as vazões dos rios próximos à capital Porto Alegre-RS, mapas contendo a previsão de chuva de até 3 dias, mapas das unidades consumidoras afetadas, mapas de riscos de deslizamentos, processos erosivos e rolamentos de blocos, entre outros. Especificamente sobre os mapas de indicadores de áreas de riscos, uma das variáveis básicas é a declividade do terreno, associado geralmente a outros fatores naturais, como o tipo de solo/rocha, pluviosidade associada, bem como das relações antrópicas da ocupação urbana destes locais. Para tal, tem-se o mapa da figura abaixo, que apresenta algumas classes de declividades. Fonte: Mapa de Indicadores de áreas de riscos em Porto Alegre-RS (OLIVEIRA et al, 2006), adaptado. Uma declividade de 30%, representa um ângulo de inclinação em relação ao horizonte, em graus, de aproximadamente