1) a centralidade do trabalho na conformação da questão social e dos direitos consubstanciados em políticas sociais universais. 2) as políticas sociais focalizadas de combate à pobreza em oposição à universalização dos serviços sociais. 3) o empirismo e o pragmatismo no exercício profissional, de forma a dar respostas às expressões da questão social que se apresentam cotidianamente nos serviços. 4) o posicionamento da profissão no processo de reprodução das relações sociais favorece o controle social do Estado sobre a força de trabalho. 5) a necessidade de articulação das condições macrossocietárias da realidade, seus limites e possibilidades, às respostas de caráter ético- político e técnico-operativo da profissão.