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Segundo Arroyo (2000, p.10), “Houve no imaginário sobre a educação uma despersonalização que não acontece em outros campos sociais. O imaginário sobre o magistério tem muito a ver com a despersonalização da educação. A professora e o professor vistos apenas como apêndices”. Para o autor, a recuperação da centralidade dos sujeitos dar-se-á por meio de uma visão mais humanista, que conceba