Segundo Oliveira e colaboradores (2023) “Numa guinada histórica do processo de avaliação, antes centrado em dados quantitativos e privilegiando o que ficou conhecido como viés produtivista da avaliação, o novo modelo de avaliação, fortemente baseado em indicadores qualitativos, sem descurar os dados quantitativos, acentua o caráter pedagógico dos programas, considerando suas dinâmicas internas e sua orientação à formação de quadros competentes para a atuação em pesquisa, objetivando a produção de impacto à sociedade e às suas instituições com vistas à melhoria da vida das pessoas.”. Sobre a adequação das Instituições de Ensino Superior à nova ficha de avaliação da CAPES, podemos afirmar que: