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DEA
Existem vários modelos de Desfibrilador Externo Automático (DEA), mas eles possuem dispositivos padronizados para facilitar o manuseio. Para operar o aparelho, basta algumas etapas simples.
Primeiramente, deve-se ligar o DEA. Após pressionar o botão de ON/OFF (utilizado para ligar o aparelho), escute as instruções que serão apresentadas pelo equipamento e as siga na ordem e no momento indicados.
Em seguida, deve-se instalar os eletrodos no tórax do paciente. Quando o aparelho indicar a necessidade de posicionar os eletrodos, siga as instruções de onde eles devem ser colocados. A maior parte dos DEA possuem um desenho explicativo no próprio eletrodo que resume a seguinte posição: o eletrodo do lado direito do paciente precisa ser colado abaixo da clavícula, na linha hemiclavicular; o eletrodo do lado esquerdo do paciente deve ser posicionado nas últimas costelas, na linha hemiaxilar (abaixo do mamilo esquerdo). O posicionamento dos eletrodos é feito dessa forma porque o choque deve passar por dentro do tórax para atingir um maior número de fibras cardíacas.
O passo seguinte é analisar o ritmo cardíaco. O aparelho irá pedir para que seja instalado o cabo no DEA, na luz que está piscando. Nesse momento será feita a análise do ritmo e o aparelho irá decidir se ele é chocável ou não. Não sendo chocável, continuamos com as compressões, pois ele está em uma parada cardíaca por assistolia ou AESP (Atividade Elétrica Sem Pulso).
Antes de deflagrar o choque, de acordo com o direcionamento do aparelho, dê a ordem para que os presentes se afastem e certifique-se de que não há ninguém próximo e principalmente encostando no aparelho ou paciente. Em seguida, deflagre o choque e comece imediatamente depois a fazer a compressão cardíaca para que o coração comece a ter novamente a sístole e diástole fisiológica.
A cada dois minutos, ele irá analisar o ritmo novamente e informar qual deve ser a próxima ação. O DEA deve ser mantido no paciente até a chegada do Suporte Avançado de Vida.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/37upYpQ.
I. Após a análise do texto, é possível concluir que o eletrodo do lado esquerdo do paciente deve ser posicionado nas primeiras costelas, na linha axilar (abaixo do mamilo esquerdo).
II. As informações presentes no texto permitem concluir que se deve instalar os eletrodos do DEA no tórax do paciente. Quando o aparelho indicar a necessidade de posicionar os eletrodos, o texto recomenda seguir as instruções de onde eles devem ser colocados, pois a maior parte dos DEA possuem um desenho explicativo no próprio eletrodo que resume a posição de cada eletrodo.
III. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que o posicionamento dos eletrodos deve obedecer a uma forma específica porque o choque deve contornar o tórax para atingir um maior número de células nervosas possível no paciente.