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Irrigação por sulcos
A irrigação por sulcos conduz a água na quantidade necessária às plantas, através de canais paralelos às fileiras das plantas, durante o tempo necessário para que a dose estabelecida seja armazenada na zona radicular ao longo de todo o sulco. O movimento da água não é constante, pois a água vai se infiltrando ao longo do sulco. A vazão no início do sulco é maior que no final do sulco. Nesse método, há necessariamente uma perda de água por percolação no início do sulco para que a água chegue ao final do sulco e então a dose seja aplicada.
A água pode ser conduzida até a lavoura através de canais revestidos ou não, ou tubulações. Durante a condução da água, ocorrem perdas por percolação, se o canal não for revestido; ou por evaporação direta, quando a água está exposta as condições atmosféricas.
Uma vez a água na lavoura, a irrigação é feita através de sulcos paralelos às fileiras das plantas. Esses sulcos podem ter diversas características: forma da seção transversal, espaçamento, declividade e comprimento, em função da textura e estrutura do solo, da cultura e dos equipamentos disponíveis. Os sulcos em culturas anuais são refeitos a cada ano. Em culturas permanentes, é feita uma manutenção nesses sulcos para restabelecer suas condições iniciais de forma, declividade, rugosidade, permitindo assim uma boa uniformidade de irrigação ao longo do sulco.
I. O texto leva o leitor a entender que a irrigação por sulcos sempre conduz a água em quantidade superior à necessária às plantas, levando, inevitavelmente, a perdas decorrentes de doenças nas raízes das plantas.
II. O texto leva o leitor a concluir que, uma vez a água na lavoura, a irrigação deve ser feita através de sistema de gotejamento paralelo referenciado, sempre durante a noite e com o acréscimo de aditivos ionizados na água.