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I. O local frequentemente afetado pela Tuberculose osteoarticular é a coluna, na região torácica (T11, T12) e lombar alta o que provoca um achatamento da margem anterior do corpo vertebral e redução do espaço discal. Inicialmente pode ocorrer dor crônica, seguida de parestesias, hiperreflexia, paraplegia, tetraplegia e disfunção de esfíncteres.
II. Fraturas da clavícula de classe A envolvem o terço médio do osso. O segmento proximal frequentemente se desloca para cima porque é puxado pelo músculo esternocleidomastoideo. As fraturas de classe B envolvem o terço distal do osso e costumam resultar de traumas diretos. Já fraturas de clavícula classe C envolvem o terço proximal do osso e geralmente resultam de grande força, podendo ser acompanhadas de lesões intratorácicas ou lesão na articulação esternoclavicular.
III. A avaliação clínica nas fraturas de clavícula costuma ser diagnóstica, mas normalmente se faz radiografias simples anteroposteriores, e às vezes uma incidência apical lordótica ou inclinada cefálica a 45°. No entanto, algumas fraturas de classe C e intra-articulares de classe B exigem outros tipos de exames de imagem, como tomografia computadorizada.