///
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
A crise de falta de pilotos é a maior ameaça à aviação desde o 11 de Setembro
Após dois anos de pandemia, o número de voos ao redor do mundo voltou a disparar neste verão do hemisfério norte: milhões de pessoas fizeram as malas e foram a aeroportos em busca de novos destinos, reencontros e aventuras.
As companhias aéreas, um dos setores mais afetados pela pandemia de covid-19 com milhares de voos cancelados, aviões sem passageiros e demissões em massa, voltaram a recuperar espaço neste ano. Algumas até reportaram os seus primeiros lucros desde 2019. No entanto, uma nova crise estava à vista.
Com a chegada do verão no hemisfério norte, a oferta de voos pelas companhias caiu abaixo da demanda e muitas empresas tiveram que cancelar viagens, milhares de passageiros ficaram retidos nos aeroportos por dias e alguns não conseguiram receber sua bagagem por algumas semanas.
O setor enfrenta uma crise significativa de pessoal também, o que levou alguns aeroportos do mundo, como o de Heathrow, em Londres, a pedir às empresas que reduzam seus voos por não conseguirem dar conta do número de passageiros.
Em vários aeroportos, há falta de funcionários, aviões com poucos tripulantes e acúmulo recorde de malas e bagagem. Boa parte das empresas aéreas viu o número de pilotos diminuir consideravelmente, o que fez aumentar o número de voos cancelados.
A falta de pilotos é a maior ameaça à indústria que vi desde os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, disse Jonathan Ornstein, CEO do Mesa Air Group, ao Congresso dos EUA.
Com a chegada do verão no hemisfério norte, a oferta de voos pelas companhias caiu abaixo da demanda.
Assinale a opção CORRETA.