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Pesquisadores brasileiros desenvolvem técnica que combate epilepsia com pulsos elétricos
1 O que poderia haver de comum entre uma crise
epilética e centenas – ou milhares – de pessoas
atravessando uma ponte, com passos
sincronizados, como a marcha de um batalhão de
5 soldados? Aparentemente, nada. Mas a segunda
situação é uma boa analogia para explicar a
primeira. O andar sincronizado dos indivíduos faz a
ponte ficar instável e balançar. Analogamente, a
sincronia de milhares ou milhões de neurônios é o
10 que caracteriza o ataque da doença. Agora,
pesquisadores da Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG) desenvolveram e patentearam uma
técnica que, por meio de pulsos elétricos,
dessincroniza o "passo certo" dos neurônios,
15 bloqueando a crise antes que ela aconteça.
(Fonte adaptada. https://g1.globo.com>acesso em 30 de setembro de 2019)
A palavra “elétricos” (linha 13) é acentuada pela seguinte regra de acentuação: