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Gerociência quer ampliar fronteiras do conhecimento sobre envelhecimento
1 Eventos dedicados ao envelhecimento têm recebido cada vez mais espaço na agenda mundial. Não poderia ser de outro jeito, já que, no meio deste século, haverá mais de 2 bilhões de 5 idosos no planeta. Entre os dias 28 e 30 deste mês, cerca de 120 palestrantes se reunirão em Washington, capital norte-americana, num fórum intitulado “O futuro da saúde”. A questão da longevidade está presente em todo o programa. O 10 peso de doenças como as demências, que hoje atingem 50 milhões de pessoas, mas que alcançarão 82 milhões em 2030, é um dos temas de destaque. Para diminuir os custos com a enfermidade, será preciso garantir oportunidades 15 a todos para manter o cérebro saudável – o que é sinônimo de diminuir a desigualdade. A desigualdade compromete a longevidade mesmo em matérias básicas como a alimentação. Nos Estados Unidos, quase 45% das crianças que 20 vivem na pobreza estão obesas ou com sobrepeso, enquanto esse percentual cai para 22% entre aquelas com melhores condições socioeconômicas. Como atender ao desafio de prover comida de qualidade, que desempenha um 25 papel fundamental na manutenção da saúde? O mesmo se aplica para moradias que estejam preparadas para receber idosos com limitações.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 28 de outubro de 2019)
"Eventos dedicados ao envelhecimento têm recebido cada vez mais espaço na agenda mundial.” (linhas 1 a 3), podemos afirmar que nele não há termo algum classificado gramaticalmente como: