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Como resistir à tentação do consumo? Uma smart TV de última geração, um banho de loja, mais um sapato para a coleção, um carro novo, uma viagem para o exterior... São tantas as aspirações que o salário do mês não dá conta de suprir as despesas fixas, os gastos necessários e os custos extraordinários. Isso somado ao cenário de recessão prolongada que o país atravessa – e considerando ainda a alta taxa de desemprego –, resulta em índices elevados de inadimplência. Diante disso e do exercício diário de fazer render o salário para suprir todas as dívidas, a pergunta que não quer calar é: como manter a saúde financeira da conta corrente, suprindo as despesas fixas e ainda reservar uma renda para gastos extras?
O primeiro passo é realizar um detalhamento das receitas e das despesas para se ter uma visão clara do que se ganha e onde se gasta o dinheiro. Após isso, deve-se realizar um levantamento completo das dívidas e juros com o objetivo de repactuar o saldo devedor em um único empréstimo a juros menores (notadamente, tentar substituir dívidas com juros elevados como cheque especial e rotativo de cartão de crédito por crédito pessoal). E, obviamente, deve-se atentar para que as dívidas caibam dentro do orçamento para que não haja necessidade de novas repactuações com nova incidência de juros – aumentando o custo total da dívida.
(Adaptado de Gazeta do Povo, 01/08/2016)
Assinale a alternativa em que a palavra retirada do Texto é acentuada pela seguinte razão: Assinalam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo, seguido ou não de “s”.