///
Sobre estresse, insônia e baixa imunidade
1 Cientistas do Cold Spring Harbor Laboratory, da
Universidade de Stanford, mapearam o circuito do
cérebro responsável por noites insones em
situações de estresse – exatamente o que
5 vivemos hoje em dia. E descobriram que, além de
serem responsáveis por fazer você rolar na cama,
as conexões neurais que disparam o gatilho da
insônia provocam mudanças no sistema
imunológico, que debilitam as defesas do
10 organismo. O estudo, divulgado mês passado na
revista científica “Science Advances”, utilizou
camundongos para demonstrar problemas
familiares a todos nós, como explicou o professor
Jeremy Borniger: “esse tipo de insônia causada
15 pelo estresse é bem conhecido porque qualquer
um que tenha tentado dormir tendo pendências,
prazos apertados ou eventos importantes no dia
seguinte. Do ponto de vista clínico, há algum
tempo também se sabe que pacientes
20 cronicamente estressados tem prognóstico pior
em diferentes tipos de doenças e tratamentos”.
Trabalhando no Laboratório Luis de Lecea, antes
de integrar a equipe do Cold Spring Harbor,
Borniger já havia participado de um experimento
25 que apontava a conexão entre dois tipos de
neurônios: os sensíveis ao estresse, que liberam
cortisol, e outros que levavam à insônia, fazendo
com que os dois fenômenos caminhassem
entrelasçados. Em camundongos, os cientistas
30 constataram que, ao interferir nessa conexão, os
animais conseguiam dormir mesmo depois de
serem submetidos a uma situação estressante.
Mais: relação semelhante ocorria no sistema
imunológico. O estresse causa impacto no número
35 de determinadas células que desempenham papel
importante na defesa do organismo.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 27 de outubro de 2020)
Assinale a alternativa em que o verbo está conjugado corretamente no pretérito perfeito do indicativo: