///
Um paciente de 45 anos, portador de DRC estágio V, em tratamento dialítico, por diálise peritoneal automatizada (DPA), comparece ao serviço de diálise com queixa de dor abdominal, febre não aferida e diarreia há 2 dias. O mesmo possui diurese residual. Ao exame, encontra-se em bom estado geral, estável hemodinamicamente e com abdome doloroso à palpação e à descompressão brusca, difusamente. É realizada uma coleta de líquido peritoneal para análise, que mostra presença de 800 leucócitos, com predomínio de polimorfonucleares (90%). Sobre o tratamento desse paciente, podemos afirmar que