///
Paciente de 52 anos do sexo feminino, tabagista crônica, apresenta queixa de rouquidão há cinco anos, progressiva. Não se incomodava muito até que passou a ser confundida com homem ao telefone. Apresenta voz rouca, agravada, sem aspereza ou soprosidade. Mesmo sem dados da laringoscopia, qual hipótese é mais provável?