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O tempo
H· quem diga que n„o se pode brincar com o tempo, que ele È a soluÁ„o de todas as coisas. Ent„o È sÛ olhar para o relÛgio e analisar os ponteiros; sempre em sentido hor·rio, eles nos d„o a resposta de sempre, que È tida como uma ordem, que È o seguir em frente. A cada avanÁo do ponteiro, È como se fosse para completar um ciclo e logo iniciar outro, seguir em frente!
Por mais que desejemos que um ˙nico segundo nessa vida mudasse contra a sua forma natural, n„o saberÌamos como agir ou reagir, irÌamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas. Mas isso n„o est· ao alcance dos nossos modestos desejos, ou simplesmente da grande revolta do trabalho contÌnuo dos ponteiros.
O tempo passa r·pido demais, atÈ despercebido. Por isso cada atitude deve ser sempre analisada com todos os seus prÛs e contras; um minuto perdido È muito tempo quando se trata de uma vida, que n„o se tem tempo definido para obter um fim.
O relÛgio cumpre apenas o seu papel: de marcar o tempo. O que foi e que n„o voltar· mais e o que vir·, no amanh„. Mostra o que perdemos de fazer naquele exato momento e que talvez n„o tenha tempo suficiente para possuir uma nova oportunidade, È como um abraÁo e um adeus. … a marca do esquecimento e da lembranÁa perfeita, È a combinaÁ„o de emoÁıes e atitudes. Por isso n„o podemos perder para esse relÛgio vital. Seguir È o rumo e desistir È o verbo que ser· inexistente quando o seu sonho for a coisa mais importante para o seu hoje e o amanh„, coisas que nem o tempo ir· apagar e nem a memÛria ir· esquecer!
ROCHA, Andressa Francielli. O tempo. Folha de Londrina. DisponÌvel em .
“iríamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas.”
A palavra destacada no trecho acima È sinÙnima de algum ato ou acontecimento: