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A sífilis congênita é uma doença infectocontagiosa sistêmica, que pode ocasionar alterações clínicas graves com repercussões significativas para a qualidade de vida da criança. O Brasil é signatário de acordo internacional que busca a eliminação da sífilis congênita em nosso meio. Por isso, nos casos de recém-nascidos de mães com sífilis não tratada ou inadequadamente tratada, o Ministério de Saúde (2010), no seu manual “Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso” do Ministério da Saúde (2010), recomenda a seguinte conduta ao profissional de saúde: