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De acordo com Ferreira & Polite in Covas, Langhi & Bordin (2007), os testes sorológicos para triagem de doenças transmissíveis por transfusão devem ser capazes de identificar tanto os indivíduos portadores como os não portadores de uma doença na população. Dada a impossibilidade de se conjugar ao mesmo tempo, em cada teste, o percentual máximo dessas características, na triagem do sangue coletado privilegia-se aquela que pode evitar a possibilidade de um resultado falso-negativo, a saber, a: