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S.X.C., 58 anos de idade, branco, natural do Espírito Santo, pintor, com história de hipertensão arterial moderada e insuficiência cardíaca diagnosticada há 5 anos, época em que havia aumento da área cardíaca na radiografia de tórax. Desde então encontra-se em tratamento regular com propranolol 80 mg, enalapril 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Há 3 meses houve piora dos sintomas com dispnéia aos pequenos esforços, motivo que o levou a uma nova consulta médica. O exame clínico revelava: PA 150/90mmHg, Pulso 68bpm, turgência jugular presente até a inclinação de 30 graus. RCR em 3 tempos com B3. MV Audível com crepitações bibasais. Abdome com hepatimetria de 12cm e Traube livre. Membros inferiores com varizes e edema duro ++/4. O ecocardiograma realizado recentemente revelava aumento de cavidades esquerdas, disfunção diastólica do tipo II, pressão sistólica da artéria pulmonar estimada em 32mmHg, insuficiência mitral leve e fração de ejeção do VE de 36%. Nesse caso em relação ao tratamento medicamentoso, dentre as opções abaixo, a conduta mais adequada visando à redução da morbimortalidade é: