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As características anatômicas e o grau de estenose das lesões obstrutivas coronárias são preditores da evolução imediata e da ocorrência de reestenose após uma intervenção coronária. Na angioplastia com cateter-balão, o risco de insucesso poderia ser previsto pela análise de determinadas características angiográficas ordenadas em classificação proposta pelas sociedades norte-americanas de cardiologia em 1993. Com o advento dos stents coronários, uma equalização das diversas morfologias angiográficas foi atingida, reduzindo drasticamente as taxas de complicações agudas e tornando tal classificação obsoleta. No presente, consideram-se apenas as morfologias de alto risco, antes classificadas como lesões tipo C. Dentre as características angiográficas relacionadas abaixo, a única que sempre caracteriza uma lesão como tipo C é: