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Considere o caso clínico abaixo relatado e responda às questões de números 21 e 22.
Paciente masculino, 43 anos, hipertenso controlado, foi atendido no pronto-socorro com desconforto torácico opressivo, de pequena intensidade, que teve início insidioso pela manhã, há 4 horas. Referia que há 29 dias fora submetido a angioplastia com stent na artéria descendente anterior e que persistiu assintomático desde então, em uso de AAS e Clopidogrel nas doses habituais. Negava outras comorbidades. No exame físico, o paciente se encontrava hipertenso, com PA: 160/100 mmHg e FC: 100 bpm. A avaliação eletrocardiográfica inicial evidenciou discreto infradesnível do segmento ST em parede anterior, com no máximo 0,5 mV, e associado a alterações secundárias da repolarização ventricular. Os marcadores de lesão miocárdica foram negativos. O paciente recebeu dupla antiagregação plaquetária, beta bloqueadores, inibidores da ECA, estatina, e heparina de baixo peso molecular, evoluindo com resolução dos sintomas e permanecendo apenas com as alterações da repolarização ventricular ao eletrocardiograma. Foi encaminhado para internação no CTI, onde evoluiu assintomático e os marcadores de lesão miocárdica permaneceram inalterados. Uma coronariografia foi programada para em até 72 horas, mas o paciente veio a falecer no 3º dia de internação, tendo apresentado PCR em fibrilação ventricular logo após um episódio de dor torácica.
De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia, ao proceder à avaliação de risco desse paciente no pronto-pocorro, usando o escore de risco TIMI e considerando a possibilidade de intervenção coronária percutânea quando a anatomia é favorável, e o nível de risco em que ele estaria, as recomendações que seriam aceitáveis para esse paciente e o nível de evidência disponível na literatura para essa conduta, são, respectivamente: