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As cardiopatias congênitas estão frequentemente relacionadas a alterações genéticas ou a causas ambientais, como no caso da síndrome da rubéola congênita ou secundária ao uso de talidomida ou lítio pela mãe na gestação. Uma outra causa é a síndrome álcool-fetal, que cursa com microcefalia, retardo mental e alterações cardiovasculares em 45% dos fetos. Dentre as alternativas abaixo, a cardiopatia congênita mais frequentemente relacionada à síndrome álcool-fetal é: