///
Idosa de 87 anos vem para consulta de rotina. Ela é viúva, sem filhos, mora só. É hipertensa, diabética, tem hipotireoidismo e refluxo gastroesofágico. Na última consulta, há 3 meses, sua pressão arterial era de 170x 95 mmHg, tendo sido acrescentada em sua prescrição atenolol de 25 mg 12/12h. Além deste, ela faz uso de losartana 50 mg de 12/12h, hidroclorotiazida 25 mg/manhã, levotiroxina 25 μg/dia, metformina 850 mg almoço e jantar, bromoprida e bloqueador de bomba de prótons. Nessa consulta, sua pressão é de 165x95mmHg, com FC de 78bpm. Restante do exame físico sem alterações. Ela traz exames solicitados: glicemia jejum 100 mg/dL, uréia de 22 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, TSH de 7μU. Ela relata estar esquecida, mas mantém sua capacidade funcional. Sua hipótese diagnóstica para a falta de controle pressórico, nesse caso, é: