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Uma criança de 5 anos foi levada a uma emergência com febre, crises convulsivas e sonolência. O exame neurológico caracterizava-se por apatia, confusão mental e hiporreflexia patelar. Evoluiu com paraparesia crural.
Segundo a família, há cerca de 10 dias ela teve um “resfriado forte” e ainda não tinha se recuperado completamente.
Foi submetida à punção lombar e o estudo do líquor mostrou linfocitose discreta, hiperproteinorraquia e eletroforese com aumento da fração δ. Numa ressonância magnética cerebral, realizada logo após a hospitalização do paciente, havia lesões assimétricas em topografia da substância branca.
A hipótese diagnóstica mais provável é: