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A Região Norte do Brasil sempre teve sua economia marcada pelo extrativismo vegetal e, pelas próprias condições socioespaciais, pela utilização da mão-de-obra indígena. Contudo, no início do século XX, duas mudanças são sentidas: o aparecimento de uma mão-de-obra não indígena e a queda da borracha no mercado internacional.
O fator que justificou o surgimento da mão-de-obra não indígena na região foi a: