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A contaminação do Rio Doce ameaça vida marinha no Espírito Santo
Estudos do Comitê da Bacia do Rio Doce e biólogo da Estação Biologia Marinha mostram que o impacto ambiental causado pelo desastre é imensurável, e só será sentido em 100 anos, pelo menos. A lama que se alastrou pelo rio pode conter compostos de nitrogênio e fósforo, que atuam como fertilizantes, promovendo a proliferação de algas unicelulares, um fenômeno conhecido como floração das algas. Em geral, o aumento vertiginoso dessa população de algas é seguido da morte e subsequente decomposição delas pelas bactérias e fungos. Esse processo de decomposição consome o oxigênio dissolvido na água, e conforme a concentração de oxigênio cai, as bactérias anaeróbias passam a gerar substâncias, como sulfeto de hidrogênio e o metano, responsáveis pelo mal cheiro.
Fonte: FTD: Sistema de Ensino - Articulação - Fevereiro de 2016. n. 1.
O processo descrito, decorrente do desastre ambiental em Mariana, no qual os rejeitos da atividade mineradora geraram esse grande impacto ambiental, levará a um outro problema ambiental denominado de: