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Águas que correm, claras, do escuro dos morros, cantando nas pedras a canção do mais-adiante, vivendo no lodo a verdade do sempre-descendo... Águas soltas entre os dedos da montanha, noite e dia, na fluência eterna do ímpeto da vida... Qual terá sido a hora da vossa fuga, quando as formas e as vidas se desprenderam das mãos de Deus, talvez enquanto o próprio Deus dormia?... [...]
Leia o fragmento do texto a seguir.
Quantos dígrafos consonantais aparecem nesse poema?