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Segundo Dalgalarrondo (2008), “O diagnóstico psicopatológico, com exceção dos quadros psicoorgânicos (delirium, demências, síndromes focais etc.), não é, de modo geral, baseado em possíveis mecanismos etiológicos supostos pelo entrevistador. Baseia-se, principalmente, no perfil de sinais e sintomas apresentados pelo paciente na história da doença e no momento da entrevista.” Assim, pode-se afirmar que, para o autor, o diagnóstico psicopatológico