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Homem de 72 anos com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FEVE 28%), interna há 48 h por descompensação com congestão periférica e dispneia em repouso. Em uso de enalapril 10 mg BID, carvedilol 25 mg BID e espironolactona 25 mg/d. Creatinina prévia 1,1 mg/dL; na admissão 1,9 mg/dL; kaliemia 4,3 mEq/L. Após diurese agressiva, melhora clínica, mas creatinina estabiliza em 1,8–2,0 mg/dL. Qual a conduta mais adequada para otimização terapêutica visando redução de mortalidade a longo prazo?