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O movimento de Reconceituação do Serviço Social na América Latina é demarcado pela literatura no período de 1965-1975. Portanto, a compreensão do seu processo na particularidade brasileira exige que o mesmo seja historicizado face ao significado econômico-social da Ditadura Civil Militar (1964-1985), em sua constituição, crise e desdobramentos na “transição democrática”, bem como as implicações da natureza do Estado autocrático, do novo padrão de acumulação e de dominação sobre as classes trabalhadoras.
A reatualização do conservadorismo foi uma das três vertentes do Movimento de Reconceituação do Serviço Social. Nessa vertente, o Serviço Social: