A crítica conservadora aponta que este movimento da categoria não passou de um modismo no Serviço Social, cujos resultados foram revertidos em angústia e negação do passado profissional; a crítica superadora, dentre muitos pontos, nega a existência de uma teoria própria do Serviço Social, abordando a necessidade de reconhecer a relevância do movimento de reconceituação e a superação dos equívocos existentes.